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Quatro atitudes para enfrentar a crise

por tonyBarreira, em 23.05.15

Quatro atitudes para enfrentar a crise

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada cidadão tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Conheça quatro atitudes que serão capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiado

Quatro atitudes para enfrentar a crise
Quatro atitudes para enfrentar a crise

Até o ano passado tivemos quase duas décadas de uma ilusória bonança no nosso País. E como resultado hoje temos um baita desequilíbrio dos principais indicadores macroeconômicos: inflação crescendo muito mais do que o desejado, economia praticamente estagnada e taxa de câmbio muito instável.

Este cenário vem impactando dois importantes personagens econômicos. Os investidores, cada vez com menos confiantes no nosso país e mais freio de mão puxado. E os consumidores, com “poder de compra” diminuído, selecionando melhor seus gastos para não viver na inadimplência. Com investidores investindo menos e os consumidores consumindo menos, a crise se estende e não será superada em curto prazo.

Por essa razão, prefiro dizer que estamos atravessando um novo ciclo. A crise levará ao menos todo este ano de 2015 e grande parte de 2016. Nossa economia está passando por um macro ajuste para sanar as sequelas de uma série de decisões erradas tomadas anteriormente.

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada cidadão tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Então, seja você dono de uma empresa, funcionário contratado ou trabalhe por “conta própria”, vale a pena focar em quatro atitudes capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiador:

1 – Esteja mais próximo do que nunca dos seus clientes – Esta não é a hora de cortar verba de publicidade e se afastar da mente dos clientes. É o momento de se mostrar, de ganhar relevância, de adequar produtos/serviços às necessidades que o mercado exige. Quem não estiver junto dos clientes, arrisca-se a ser esquecido.

2 – Desenvolva pessoas – Um erro muito comum em tempos de crises é diminuir a verba de treinamento. Este sim é um belo tiro no pé. Capacite as pessoas que trabalham na sua empresa ou equipe, ofereça um verdadeiro significado para que todos atuem de forma mais propositiva e comprometa-os com os desafios da empresa. E lembre-se sempre: as pessoas compõem o “motor” de uma empresa. Se elas não estiverem satisfeitas, não sairemos do lugar.


3 – Tenha olho vivo nos custos invisíveis – Dê especial atenção à estrutura de custos da empresa. O custo da improdutividade, da perda de tempo, das reuniões desnecessárias e da falta de foco é muito mais alto do que se imagina. Num momento em que os custos do nosso país estão elevadíssimos, temos que fazer mais por menos. Não podemos ser complacentes com estes custos só porque eles não habitam as planilhas financeiras - mesmo que para extingui-los seja necessário “readequar” a cultura organizacional.

4 – Reinvente produtos e serviços – Já que não podemos aumentar os preços do que ofertamos na mesma proporção que crescem os custos da nossa economia, a alternativa é inovar para que a margem de lucro não diminua. Ouça o que o cliente tem a dizer, pratique a cocriação e agregue novos valores ao que a empresa oferece. Não veja a crise como algo unicamente negativo, pense “fora da caixa” e aproveite todas as oportunidades.

O caminho para superarmos este novo ciclo não é optarmos pelo muro das lamentações ou procurarmos bodes expiatórios. Temos que entender a realidade que nos envolve, superar os ajustes inevitáveis e manter nossas empresas acessas.

Não é o momento de sermos pessimistas nem tampouco otimistas. É a hora de nos mantermos bem informados, adotarmos uma série de precauções (como as que sugeri acima) e continuarmos sonhando com o futuro do nosso país, mas com os pés muito bem fincados no chão.

É o momento de assumirmos as rédeas do nosso destino e seguirmos em frente com foco, determinação e perseverança. E acredite: vamos sair dessa! É só uma questão de tempo...

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publicado às 17:56

A arte do Branding

por tonyBarreira, em 15.05.15

A arte do Branding

Não é preciso ter muito dinheiro para construir uma marca poderosa; investir no que as pessoas organicamente pensam e falam da marca é o segredo

portrait of young girl with speech bubble on chalkboard

 

No mundo real, os recursos não são infinitos; você não tem o produto perfeito; e nem consegue vender a um mercado em crescimento sem competição. Você também não é onipotente, então não pode controlar o que as pessoas pensam de sua marca. Partindo dessas premissas, grande parte das empresas precisam de toda a ajuda que puderem obter.

Esses são os meus conselhos para você.

Seja superior

Estabeleça sua marca em cima de condições positivas como “criar significado”, “fazer o bem”, “mudar o mundo”, e “tornar pessoas felizes” – não destruindo a concorrência. Quando foi a última vez que você comprou um produto somente para prejudicar seu concorrente? (Talvez usuários da Macintosh ainda o façam). Se você quer vencer a competição, consolide no mercado uma marca inspiradora e motivadora; não tente criar uma marca com base em um desejo bobo de destruir a concorrência.

Foque em uma mensagem

Criar e comunicar uma só mensagem de branding já é difícil o suficiente, mas muitas empresas tentam estabelecer várias delas porque querem “o mercado inteiro” e têm medo de serem encaixadas em apenas um nicho. “Nossos computador é feito para a lista das 500 empresas mais ricas segundo a revista Fortune. Ah, e claro, é para o consumidor comum usar em casa”. É preciso encarar o fato de que a Volvo não pode ao mesmo tempo exalar segurança e sensualidade, ou a Toyota, vender a ideia de carros econômicos e luxuosos.

Escolha uma mensagem, trabalhe com ela por pelo menos um ano e analise seu potencial. Se não valeu a pena, pode trocar. Mas não tente vender várias mensagens ao mesmo tempo, nem troque a ideia principal a cada poucos meses.

Fale com clareza

Não fale por jargões ou expressões datadas. Se suas declarações de posicionamento de marca usam acrônimos, por exemplo, pode ser que muita gente não entenda seu branding ou que ele não se torne duradouro. Uma dica é perguntar a seus pais se eles entendem esse posicionamento, para testar se ele fala de forma universal.

Faça o teste do oposto

Quantas vezes você leu a descrição de um produto assim? “Nosso software é seguro, rápido e fácil de usar”. Empresas usam esses adjetivos como se nenhuma outra alegasse que seu produto também é seguro, rápido e fácil de usar. A não ser que seus concorrentes usem os antônimos dos adjetivos que você usa, sua descrição é inútil. Nunca vi uma empresa dizer que seu produto era vulnerável, lento ou difícil de usar.

Espalhe a mensagem internamente

Digamos que você criou a mensagem de branding perfeita. Como dizem os judeus, “Mazel Tov”. Agora espalhe essa mensagem de cima a baixo na organização. Departamentos de marketing de muitas empresas presumem que uma vez que eles divulgam releases para a imprensa ou colocam o anúncio no ar, o mundo inteiro entende a mensagem. É improvável que a própria empresa o faça. Portanto, comece com os diretores e vá descendo na hierarquia até João da recepção, de forma a fazer com que absolutamente todos os funcionários entendam o branding da empresa em que trabalham.

Examine o reflexo

Você sabe que mensagens manda, mas de fato não sabe que mensagens as pessoas recebem. Aqui está um conceito importante: você deveria pedir a elas para te explicarem de volta a mensagem que você mandou, para que entenda como na realidade ela é interpretada. No fim, não é tanto o que você fala, mas o que as pessoas ouvem.

Foque em mídias sociais, não em propaganda

Muitas empresas desperdiçam milhões de dólares tentando estabelecer marcas através de publicidade. Dinheiro demais é pior do que dinheiro de menos porque quando você tem muito, muito dinheiro, gasta com coisas bobas, como comerciais do Super Bowl. Sua marca é construída em cima do que as pessoas falam sobre você nas mídias sociais, não o sobre o que você fala sobre si próprio. Pessoas dizem coisas boas sobre você quando (a) seu produto é incrível (b) você consegue que outras pessoas falem bem desse produto.

Lute por uma marca mais humana

Grandes marcas alcançam um grande nível de humanidade. Elas falam com o consumidor enquanto indivíduo, não como parte de um mercado. É o “meu iPod”, “meu Macintosh”, “minha Harley Davidson” e “minha garrafa de Coca”. Em contraste, ninguém pensa “meu Microsoft Office”, então eu não diria que a Microsoft tem uma grande marca, ainda que as pessoas falem “meu xBox”. Infelizmente, para a Microsoft, “xBox” e “Microsoft” não estão intimamente ligadas na mente do consumidor.

Agora, pare e faça a pergunta de 1 milhão de dólares: “se não gastarmos nada em marketing, as pessoas conhecerão nossa marca e entenderão aquilo que ela representa?” Porque o mundo real do marketing é assim: você não tem um grande orçamento para marketing, então tem que depender de pessoas para “criarem” sua marca para você.

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publicado às 18:09

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

por tonyBarreira, em 06.05.15

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

Numa Entrevista a Robert Cialdini, um dos principais especialistas em persuasão no mundo; que apontou algumas maneiras para convencer as pessoas em diferentes momentos.

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

 O que é preciso fazer para que as pessoas digam “sim” em algo que pedimos ou que propomos?

A pergunta não é apenas relacionada a uma proposta comercial ou na busca por mais consumidores de um produto. Meu questionamento está direcionado a um modo geral: vida amorosa, amigos, chefe, investidores...

Afinal, o ato de “convencer” está presente em todos os momentos da nossa vida, desde o convencimento de levar os amigos naquele barzinho novo que abriu, de conseguir colocar a namorada para assistir um jogo de futebol ;) , de buscar uma ajuda naquele projeto com o colega de trabalho ou da faculdade, ou até mesmo na hora de apresentar a sua empresa a investidores.

Nessa hora entra em jogo um fator que muitos creditam ser uma habilidade natural para poucos: a persuasão. Mas não se engane! Por mais que a persuasão esteja ligada a questões comportamentais, há mais de 30 anos ela é estudada como ciência – e como tal, pode ser ensinada e aprendida. Um dos defensores dessa tese é Robert Cialdini, uma das maiores autoridades sobre o tema no mundo, professor emérito de Psicologia e Marketing da Universidade do Estado do Arizona (EUA) e autor do best-seller “As armas da persuasão”.

Ele defende que a persuasão é formada por seis princípios: reciprocidade, escassez, autoridade, compromisso, simpatia e consenso. 

Qual seria a sua definição de persuasão?

Para mim, a persuasão é a habilidade de levar as pessoas a dizer "sim" para nós por causa da maneira que apresentamos um pedido, recomendação ou proposta.

Hoje vivemos numa era de muita informação. Todos estão conectados o tempo inteiro e somos bombardeados por propagandas, interações das empresas buscando nossa atenção para que compremos. Com tanta concorrência, como ser persuasivo e encantar os consumidores?

Fazemos isso aproveitando um ou outro dos seis princípios universais de influência. O primeiro é a reciprocidade. As pessoas devolvem o tipo de tratamento que recebem de você. Em segundo lugar está a escassez. As pessoas vão tentar aproveitar as oportunidades que você tem a oferecer-lhes que são raras ou estão diminuindo em disponibilidade. O terceiro é a autoridade. As pessoas serão mais persuadidas por você quando, para elas, você mostre conhecimento e credibilidade sobre o tema.

O quarto é o compromisso. As pessoas vão sentir a necessidade de cumprir com o seu pedido, se ele for coerente com o que elas se comprometeram publicamente na sua presença. Em quinto lugar está a simpatia. As pessoas preferem dizer 'sim' ao seu pedido à medida em que elas te conhecem e gostam de você. Não há surpresa nisso. E a sexta é o consenso. As pessoas estarão propensas a dizer 'sim' ao seu pedido se você lhes der provas de que pessoas como elas dizem 'sim'.

Vamos imaginar duas situações profissionais diferentes. Uma delas é um funcionário que deseja pedir aumento para o seu chefe. A outra é um empreendedor lançando uma nova startup. O que ambos poderiam fazer para serem mais persuasivos?

Ambos podem ser mais persuasivos lembrando que a coisa mais importante para fazer um pedido de persuasão não é o próprio pedido, mas sim o que você faz antes de fazer esse pedido. Este é um pequeno segredo que é entendido muito bem pelos profissionais mais talentosos de influência, as pessoas que eu chamo de "mestres da influência".

Na minha observação, eu descobri que aqueles que foram mais bem sucedidos em conseguir o que pediram, trabalharam muito primeiro para organizar um ambiente psicológico favorável para o seu pedido. Afinal, as pessoas não vão se incomodar em ouvir a sua oferta, desde que você tenha feito algo antes para fazê-las gostar de você, vê-lo como uma autoridade sobre o tema ou sentir um compromisso com a sua ideia. Ao estabelecer um ambiente de simpatia, autoridade, compromisso, obrigação, escassez ou consenso, você dá ao seu pedido o benefício de cair em solo fértil.

O que faz uma pessoa ser eficazmente persuasiva? É utilizar algum – ou vários – dos princípios da persuasão?

Definitivamente, todos nós podemos nos tornar mais influentes, aprendendo a usar os princípios da persuasão que estão disponíveis para nós nas situações que encontramos. Recentemente, eu percebi que, durante séculos, a capacidade de ser persuasivo foi pensada como uma arte. E isso é verdade. Mas há também uma ciência nela. E, se o processo é científico, significa que ele pode ser ensinado. Ele pode ser aprendido. Todos nós temos o potencial para nos tornarmos mais influentes como consequência.

 

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publicado às 17:57

O que nos define?

por tonyBarreira, em 05.05.15

Nós não somos os nossos comportamentos!

 

"Engolir palavras rudes que nunca foram proferidas, nunca furou o estômago de ninguém"

 

Como somos tão rápidos, por vezes a julgar os outros...

É que esquecemos que as pessoas não são os seus comportamentos.


Os nossos comportamentos são a expressão dos nossos condicionamentos. Quer dizer que estamos de alguma forma programados a agir desta ou daquela forma. Esta programação, amplamente inconsciente, não é nada mais do que o resultado daquilo que aprendemos na infância, do meio em que vivemos e das experiências pelas quais passámos .

 

Quando julgamos alguém, confundimos então a sua verdadeira natureza com os seus condicionamentos. E esquecemos que com as mesmas vivências, em circunstâncias semelhantes, reagiríamos provavelmente da mesma forma.

 

( Clica aqui para continuar a ler este artigo )

 

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publicado às 17:21

Os 12 Sabotadores Que Te Impedem de Ser Bem-Sucedido

por tonyBarreira, em 04.05.15

Li um artigo de Karen Sargent, sugerido pela minha esposa a Melissa, que tenho de colocar aqui senão expludo (o artigo em inglês pode ser encontrado aqui.  O que tenho aqui em baixo é uma tradução livre, comentada e adaptada que espelha melhor a minha visão da temática).

Chama-se "Os 12 Sabotadores Que Te Impedem de Ser Bem-Sucedido"

1- Comparas-te com os outros.

Seja no começo de um negócio um na aprendizagem de algo novo, comparas-te com quem já está lá há mais tempo e esperas ter agora resultados parecidos com os deles.

Como só vês o sucesso e não o processo não tens consciência das lutas, erros e centenas de pequenas melhorias que essas pessoas fizeram cada dia e achas que nada disto aconteceu, que os resultados são imediatos.

Em comparação com essas pessoas sentes-te desintegrado, incapaz e desencorajado.

Muda o teu foco. Em vez de te comparares com os outros, compara-te contigo mesmo: como eras ontem em comparação com o que és hoje, o que sabes e consegues fazer hoje, comparado com o que conseguias há uma semana.

Esta forma de pensar é mais real e dá-te uma ideia mais verdadeira dos progressos que estás a conseguir.

 

2- Colocas as Questões Erradas a Ti Próprio.

Passas tempo e gastas energia pensando no "e se..."

  • "Se" o que estás a fazer é possível...
  • "Se" tens as competências necessárias...
  • "Se" estás a fazer as coisas certas...

Estas perguntas só atrapalham porque sugam-te a energia e a motivação. Substitui estas perguntas por outras, como:

  • Como é que vou por isto a funcionar?
  • Qual é o próximo passo?
  • Quem é que me pode ajudar nisto?

E gasta a tua energia a encontrar as soluções que te aproximam mais e mais do sucesso.

 

3- Esperar que os outros "aprovem"

Tu queres ter a aprovação das pessoas de quem gostas e que gostam de ti. 

Na tua mente crias a sensação de que, se eles aprovarem isso confirma que estás no caminho certo. Tu não queres desapontá-los e ficas bloqueado e paralisado por um comentário desagradável, ou uma reação pouco entusiasta.

Todas as pessoas de sucesso têm situações em que precisam fazer algo difícil e contra as opiniões de outras pessoas.

TU precisas de saber o que é melhor para ti, confia no teu instinto e no teu coração. Vive de acordo com as tuas expectativas e não com as dos outros e tu tens muito mais probabilidades de viver uma vida feliz e de inspirar outras pessoas, mesmo aqueles que tinham sido críticos ou pouco entusiasmados.

 

4- Esperar Pelo Momento Certo

Continuas a adiar coisas porque "não é o momento certo". Precisas, dizes tu, de melhorar isto ou aquilo, de ganhar mais experiência, ter mais dinheiro, mais tempo, ou precisas de receber um sinal para finalmente avançares.

Isto e somente a tua mente a pregar-te partidas e a conseguir. O tempo certo é AGORA MESMO! (sim, agora mesmo).

Somente depois de começares é que vais ter uma noção real do que tem de ser feito, mudado, melhorado.

Eu gosto de dizer que : "não se pode manobrar um barco parado" por outro lado, se estiveres em movimento, fazendo coisas, tudo se pode aprender, mudar e melhorar.

 

5- Esperas Resultados Imediatos

"O Quê?" - Diz-te a tua mente- Colocaste tanto esforço nisto e ninguém sequer reparou? Já fiz isto e aquilo e ainda não estou rico? Isto é uma perda de tempo, mais vale parar com isto."

Tenho amigos que me chegaram a dizer este tipo de coisas :): 

  • - Já escrevi um artigo no meu blog há mais de 1 hora e ainda não aparece na primeira página do Google!
  • - Já comecei este negócio há uma semana e ainda não ganhei mil dólares.
  • - Já fui ao ginásio duas horas e ainda não perdi peso nenhum.

Tens de ser paciente, persistente, dar a ti mesmo prazos realistas. Se não conseguires fazer isso, por inexperiência, confia na experiência dos outros que tenham passado pelo que tu estás a passar e que te possam e queiram orientar (é boa ideia ter um mentor).

 

6- Não Tomas Ação

Fazes listas, planos lindíssimos. Re-escreves esses planos, olhas para eles, tiras uma vírgula e acrescentas um ponto. Discutes o plano, visualizas o plano, criticas o plano. Fazes tudo menos pôr ação no plano.

O teu primeiro passo, por muito imperfeito que seja é mais útil do que todos os planos do mundo.

O mais engraçado é que, provavelmente, o teu primeiro passo vai mudar todos os planos que tinhas feito (com tanto carinho tempo e dedicação) e que agora percebes que não servem para nada.

Gasta a maior parte do teu tempo a agir e não a planear. Isto, se quiseres chegar a algum lado.

 

7- Crias "Ocupacionite"

Até aqui este é o melhor sabotador até agora. Passas horas ocupado a fazer coisinhas e coisetas, Facebook, apps, navegar por navegar ("podes mesmo chamar-lhe "pesquisa" ou "estudo").

Chegas ao final do dia e não fizeste nada. Ao final da semana, do mês, do ano e nada aconteceu.

Se estás neste caminho, dá um passo atrás e verifica quais são as tuas açoes produtivas num dia e quais as não-produtivas.

As produtivas são as que te trazem resultados mais depressa.

Dá prioridade às primeiras e deixa as segundas para segundo plano. Não quer dizer que só faças umas. Não. Faz todas, mas primeiro as produtivas.

 

8- Ouves Toda a Gente Menos a Ti Mesmo

És novo nisto, procuras conselhos e toda a gente tem uma opinião. Os amigos, a mãe, o pai, os irmãos, os cunhados, os amigos. São todos doutorados em opiniões.

E tu, sentas-te e ouves. Presumes que toda a gente sabe do que fala e que tu tens de seguir as suas orientação para não fracassares.

O problema é que normalmente os conselhos de muitas pessoas levam-te em direções tão diferentes e sem consistência que tu vais acabar por andar em circulos, ou pior ainda, ficar paralisado.

Com certeza, lê, ouve, mas confia no teu coração e instinto. É boa ideia procurares um conselho junto de alguém que já tem o que tu queres ter, ou já faz o que tu queres fazer ou já é o que tu queres ser.

Mas no final das contas: tu és tu mesmo e tu vais achar o teu caminho: segue-o.

 

9- Presumes que a "Competência" e não a "Persistência" é o segredo do sucesso.

  • "Se eu soubesse isto, ou aquilo, se fosse capaz, se tivesse esta o aquela qualidade..."

Quando começas um projeto descobres que a subida é íngreme, convences-te a ti mesmo que precisas colocar objetivos mais pequenos, mais fáceis. Não te deixes enganar pois tudo o que faças se torna mais fácil fazendo mais vezes. A Persistência e não a Competência é o segredo do sucesso. Continua a executar a ação correta e um dia vais ver que chegaste ao teu objetivo, e foi mais fácil do que parecia.

 

10- Não És Flexível

Tens o teu plano e não mudas nunca, nem uma vírgula, independentemente do que acontecer. Confundes "ser persistente" com "ser teimoso". Persiste no plano mas adapta o plano à medida que vais aprendendo mais coisas e as circustâncias vão mudando.

11- Queres Fazer as Coisas Sozinho

Achas que "pedir ajuda" é um sinal de fraqueza, ou simplesmente não te ocorre sequer a possibilidade de poderes contar com outras pessoas. Queres conseguir te sucesso por ti mesmo e constróis um forte imaginário à tua volta e à volta do teu trabalho. PÁRA com isso. Faz uma lista de 3 coisas com as quais estás em luta agora mesmo, que são para ti difíceis de superar. Ao lado de cada uma escreve o nome de uma pessoa que tenha passado por dificuldade semelhante e que a tenha superado. Escreve uma pergunta que gostarias de fazer a essa pessoa. Entra em contato com ela e faz a pergunta.  Não é tão mais simples? E poupa-te semanas, meses ou anos de tentativas e erros. Imagina agora onde poderás gastar essa energia que acabaste de poupar pelo simples facto de teres colocado uma questão!

12- Estás Agarrado Ao Passado

Deste o teu melhor, mudaste as táticas centos de vezes, trabalhaste horas infinitas e mesmo assim não vês os resultados que gostarias de ver. Então trabalhas ainda mais e mais depressa (o famoso : "faz mais do mesmo") esperando assim conseguir. O projeto em que estás envolvido tranformou-se nesta núvem negra que te segue para todo o lado e o entusiasmo há muito que se foi. Investiste tanto nesse projeto que não estás preparado para largar nada.

Pensa no seguinte: às vezes é hora de mudar. Deixar de fazer as coisas que fazias antes e passar a fazer coisas diferentes.

Eu tinha o meu próprio sistema de Internet Marketing, a "Academia do Sucesso" (que podes ver em academia-do-sucesso.com) mas quando entendi o que podia realizar com os Lazy Millionaires deixei tudo aquilo para trás. 4 anos de trabalho abandonados em 5 minutos. Durante 3 segundos foi quase como abandonar um filho, mas só senti isso durante 3 segundos e foquei-me no novo projeto seguindo a mnha intuição.

Em resultado disso, ganhei num ano o que me demoraria 12 anos a ganhar com o meu sistema (que tanto trabalhinho me tinha dado :) )

Faz este exercício: Como imaginas tu que será a tua vida daqui por 12 meses? Se achares que é tempo de largar, é porque é tempo de largar. Se não estás pronto para largar agora, começa a preparar esse dia.

Sê Livre e Feliz.

 

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publicado às 19:30

Como Ficar Motivado- Resolvido

por tonyBarreira, em 03.05.15

m

Este video tem como a finalidade de te explicar o porque deves manter a tua motivação sempre em "Alto" 
Pois afinal de contas fazemos as coisas levados a cabo da nossa motivação

Clica aqui para ver o video

 

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publicado às 17:14

Dicas para controlar as finanças pessoais

por tonyBarreira, em 01.05.15

Dicas para controlar as finanças pessoais

Ter e acompanhar um orçamento financeiro para as
principais áreas de sua vida é uma das principais

dicas para controlar as finanças pessoais

 

Conseguir uma vida financeira saudável é igual construir hábitos de vida saudáveis em qualquer outro plano: dá trabalho, mas deve ser feito com disciplina e dedicação. “Sabemos que a natureza do ser humano é essencialmente imediatista, o que deixa ainda mais improvável que as nossas decisões sejam racionais e enfocadas no futuro, mas devemos tentar”, explica o consultor de finanças pessoais especializado no mercado brasileiro Nélio Costa. “Sabe porque é difícil controlar as finanças pessoais no dia a dia? Pelo mesmo motivo que construir um castelo de cartas é mais difícil que derrubar. O estado natural das coisas é o caos e na vida financeira também é assim”, completa. Pensando nisso, o especialista, com a colaboração dos executivos do Wally+, aplicativo para gerenciamento de finanças pessoais e lifestyle, dá algumas dicas para quem precisa de cuidado para controlar as finanças pessoais:

1. Acompanhe o seu dinheiro para não faltar no fim do mês:

Tenha e acompanhe um orçamento financeiro para as principais áreas de sua vida. Essa dica serve principalmente para quem tem um orçamento fixo ou que consegue ter uma previsão dos ganhos do próximo mês. Definir e seguir um orçamento mais baixo que a receita mensal é garantia de que sobre dinheiro ao final de cada mês. Pode não parecer fácil, mas com certeza trará mais resultados do que a grande maioria das tentativas de enriquecer que vemos por aí.

2. Liste todas as suas dívidas:

Quando você não sabe o tamanho da dívida, o melhor é listar em uma planilha todos os credores, sejam eles bancos, cartões, fornecedores ou amigos. Após saber para quem você deve, o próximo passo é listar o valor atual da dívida, e quanto está pagando de juros. A prioridade deve ser sempre quitar as dívidas nas quais se pagam os maiores juros.

3. Gaste seu dinheiro com o que te interessa de verdade:

O que vale mais, economizar ou curtir um happy hour? Se você tem muito interesse em sair com os amigos, é melhor gastar seu dinheiro nisso. Da mesma forma que se você quer muito fazer uma viagem, o interessante é investir nessa atividade. Gastar com lazer não deve ser um problema, desde que você tenha em mente que se você gastou todo o seu dinheiro nisso, depois não poderá se sentir mal por não conseguir comprar um bem mais caro ou investir em educação, por exemplo. O ideal é sempre saber o seu objetivo e maior interesse na hora de fazer uma despesa.

4. Espere 30 dias antes de fazer uma compra de sapato ou roupa:

Se quer comprar móveis, roupas ou sapatos a sugestão é sempre esperar 30 dias. Se após este período você ainda estiver com vontade de comprar aquele bem, compre-o. O ideal é sempre planejar bem estes gastos, para evitar a compra por impulso.

5. Tenha um aplicativo de controle de finanças pessoais no celular:

Poder saber em qualquer dia do mês o quanto ainda temos de dinheiro disponível para gastar ou que deve ser colocado em uma poupança é essencial. Os aplicativos de finanças pessoais chegaram para deixar esse controle muito mais fácil: antigamente, era preciso andar com um caderninho e passar todos os gastos para uma planilha no computador. “Com estes apps, você consegue registrar o gasto rapidamente. Se você gastou dinheiro seis vezes no dia, terá dedicado um minuto do seu dia para ter controle total sobre suas despesas”, afirma o especialista Nélio Costa.

6. Pense bem antes de pagar à vista:

Se está planejando suas férias de fim de ano, verifique se a agência de viagens dá um desconto à vista do mesmo tamanho da inflação (projetada para 7,7% em 2015), caso a resposta seja positiva, vale a pena pagar à vista. Caso contrário, parcele sem juros. “Do ponto de vista financeiro, não existe parcela sem juros, pois as vendedoras geralmente embutem o preço do juros no produto e, dificilmente, darão desconto à vista. Neste caso, quem paga à vista perde dinheiro, pois poderia deixar o valor investido e no fim do período teria mais do que inicialmente”, explica Nélio.

7. Aguarde pelas liquidações:

Quando for adquirir um bem e souber que a loja que o vende trabalha com liquidações, espere surgir uma. Não tem nada pior do que comprar algo e no dia seguinte descobrir que está na promoção! Então, aguarde um pouco as promoções, assim que o produto estiver com um valor mais barato, você irá adquiri-lo e caso você tenha conseguido um bom desconto, você poderá investir o valor que sobrou em alguma outra atividade.

8. Procure um consultor financeiro:

Quer comprar um carro? Um consultor financeiro pode lhe ajudar a montar um planejamento para esta compra fazendo você gastar o mínimo possível. Se não quiser ter um consultor, mas ainda quiser comprar um carro, o mais recomendado é a compra de um consórcio, com ele, você terá uma carta de crédito (que funciona como uma dívida automática todo mês), o que te ajudará a planejar e ter foco, para não se enrolar em dívidas. Com consórcio, você paga mensalmente um valor e pode retirá-lo do crédito mediante um sorteio ou adiantando parcelas.

9. Calcule as parcelas para não ultrapassar 30% da sua renda:

Na hora de comprar um apartamento ou uma casa, o ideal é calcular exatamente como serão as parcelas e certificar-se de que conseguirá pagá-las, afinal, o banco não permite que a parcela comprometa mais que 30% da sua renda, mesmo que você esteja disposto a colocar 60% do seu salário na parcela. É comum conhecer pessoas que deram a entrada, pagaram as taxas e comissões, e o financiamento não foi aprovado pelo banco. O que acontecerá é que você perderá grande parte do valor destinado à entrada do apartamento.

Outro fator importante é ter sempre uma reserva financeira que lhe permita pagar ao menos três prestações caso haja algum imprevisto.

10. Invista e fique de olho na inflação

Se você está começando sua vida financeira agora, o tempo é seu grande aliado. Investir com regularidade, um pouco por mês, trará um patrimônio interessante em alguns anos. No entanto, acompanhe sempre a inflação e preste atenção em como ela pode corroer seus esforços para o futuro caso você não fique sempre de olho nela.

Invista num negócio com estabilidade e que possa ser escalado de modo a ser você a decidir quanto ganhar no fim do mês!
Claro, não se esqueça que isso requer dedicação e muito trabalho mas no fim, compensa sempre ;)

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publicado às 12:16





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