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Os 10 motivos porque precisa de ter um Blog!

por tonyBarreira, em 30.09.15

Os 10 motivos porque precisa de ter um Blog!

 

1 - Para não perder negócios nem desperdiçar oportunidades

Você precisa estar na web. A cada dia que passa, mais empresas estão a construir a sua presença online. Isso significa que a concorrência é cada vez maior.

 

2 - Para fortalecer sua marca Pessoal

O seu blog deveria ser a primeira coisa que aparece quando alguém procura por ela. Além de que você é a melhor fonte de informação sobre o seu proprio negócio, ter uma versão online de seu negócio fortalece sua marca. Mostra que você cuida de todos os aspectos do seu negócio e que sabe quais são as necessidades do mercado atual.

 

3 - Para conhecer seus clientes

Um blog permite que você conheça seus clientes de formas que são impossíveis em outros âmbitos. 

 

4 - Para interagir de forma pessoal com seus clientes

Novamente, o blog cria formas de interação que não seriam possíveis offline. No blog você pode manter conversas constantes com seus clientes que são independentes de horários e localização geográfica.

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publicado às 17:00

Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

por tonyBarreira, em 29.09.15

Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

O segredo da felicidade? O cérebro

mother and dauther in beachat sunsat, happy

“Uma força para o bem: A visão do Dalai Lama para nosso mundo”.

Para dar uma pausa em uma longa viagem de carro, o Dalai Lama tinha sido convidado para um almoço oferecido por uma família de posses. Ao usar o banheiro da casa, ele notou que o armário que ficava acima da pia estava aberto.

E não pôde deixar de perceber que estava cheio de remédios para dormir, analgésicos e calmantes.

“Muitas pessoas acham que dinheiro é a fonte de uma vida feliz. Dinheiro é necessário, útil – mas mais e mais dinheiro não traz felicidade”.

De fato, se as pessoas possuem renda suficiente para suprir as necessidades da vida (isso seria cerca de 70 mil dólares por ano, por família), estudos apontam que um adicional financeiro representaria cerca de um por cento de sua satisfação com a vida.

Sendo assim, o que faz a diferença quanto aos nossos sentimentos de bem-estar?

Baseado em novos dados que revelam a reciprocidade entre as áreas pré-frontais do cérebro, que conduzem nossas emoções, e as áreas centrais do cérebro, como a amígdala cerebelosa, que produz sentimentos como raiva e ansiedade, encontrou-se quatro bases sólidas para o tipo de felicidade na vida que não tem nada a ver com riquezas:

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1.Recuperação rápida de aborrecimentos

Algumas pessoas se apegam a preocupações e meditam sobre o que lhes está afligindo ou aborrecendo por horas ou mesmo dias. Outros conseguem superar com rapidez aquilo que lhes desconcerta ou irrita, então preste atenção no seguinte: essa recuperação rápida nos ajuda a voltar a um estado de bom humor mesmo quando a vida se mostra dolorosa.

2. Manutenção da positividade

Quando mais negativa a nossa visão geral das coisas, mais elas nos incomodarão. As pessoas que conseguem enxergar o mundo e a vida com otimismo e positividade tendem a se aborrecer ou entristecer com bem menos frequência e relação às provações e momentos da vida.

3. Empatia e altruísmo

Preocupação com nossas próprias questões e assuntos coloca nosso foco somente em nós mesmos. Se pudermos, porém, atentar para aqueles ao nosso redor, perceberemos quando eles precisarem de ajuda. E se os ajudarmos, nosso cérebro nos recompensa com uma onda de bons sentimentos. É um bom ciclo.

4. Foco

Uma mente que vagueia ou fica presa a preocupações tende a nos deixar para baixo, entristecidos. Uma mente que se liberta dessas preocupações e presta atenção ao que está acontecendo no aqui e agora nos torna livres de nossas negatividades e mau humor.

A boa notícia: essas chaves para o bem estar, baseadas no cérebro, podem ser fortificadas. Uma rota direta para isso está em praticar e nutrir um comportamento compreensivo e atencioso. Como diz Davdison, bem estar é uma habilidade na qual podemos melhorar.

 

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publicado às 18:33

10 conselhos que roubei de pessoas mais produtivas do que eu

por tonyBarreira, em 28.09.15

10 conselhos que roubei de pessoas mais produtivas do que eu

Ser mais produtivo é questão de escolhas; aprenda como fazer as certas

produtivas

Como todas as pessoas, eu gosto de pensar em mim mesmo como uma pessoa produtiva. Se eu sou, porém, é porque fui impiedosamente eficiente em uma coisa: roubar os segredos e métodos de pessoas que são bem mais inteligentes do que eu.

Em minha carreira, tive a felicidade de entrar em contato com autores renomados, empreendedores bem sucedidos, investidores, executivos, e pessoas criativas. Alguns não conheci pessoalmente, mas encontrei seus pensamentos em forma de livro. Sabendo eles ou não, eu incorporei o que julguei serem suas melhores ideias quanto a produtividade.

Abaixo estão os segredos que aprendi dessas pessoas. Obrigado, pessoal! Vocês me ajudaram a realizar mais coisas e a ser mais criativo.

1- Listar tarefas

Com Tim Ferris aprendi a arte da lista de tarefas. Uma simples e direta lista. Um cartão de anotações, cinco ou seis itens grandes e é isso. Todos os dias eu risco essas itens da lista e rasgo o cartão onde fiz as anotações. E esse é o sistema.

2- Guardar referências de livros

Robert Greene, renomado autor do livro As 48 leis do poder, me mostrou como ele cria seus livros. Seu sistema de notas mudou minha vida. Dobro as páginas de cada livro que eu leio e então volto e seleciono as informações que quero e as transfiro para cartões de anotações. Então organizo essas notas por tema em caixas. Hoje eu já acumulo centenas de milhares desses cartões, aos quais recorro quando preciso de uma anedota, fato, inspiração, estratégia, história ou exemplo.

Com Tobias Wolff, em seu livro Meus dias de escritor, aprendi a guardar tempo para digitar citações e passagens de ótimos livros. Faço isso quase todos os finais de semana. Isso me fez um digitador mais rápido, um escritor bem melhor e uma pessoa mais sábia. Do filósofo Montaigne, aprendi a importância de manter um livro de referências. Se algo chama a sua atenção, escreva, grave em algum lugar. Use depois. Simples assim.

3- Manter um diário

De Casey Neistat, popular realizador de filmes, artista e youtuber, aprendi o truque de sempre manter um Moleskine pequeno por perto, no qual escrevo todos os dias: pensamentos, lembretes, anotações, lições. Prefiro um que caiba no meu bolso, assim sempre tenho papel comigo. Os últimos meses foram incrivelmente difíceis e esse diário me ajudou a lidar com isso.

4- Produtividade no email

Com David Allen & Merlin Mann aprendi a importância de ter uma caixa de entrada sempre zerada. Sempre. Ramit Sethi tem umconselho que me ajuda a cumprir o primeiro: você não precisa responder todos os emails que recebe. O botão “deletar” é um jeito rápido de manter a caixa de entrada no número zero. Outra dica: há uma ótima citação de Napoleão sobre como ele adiava abrir cartas para que, quando ele finalmente as abrisse, os assuntos não muito importantes já estivessem solucionados. tento fazer o mesmo quanto aos meus emails.

5- Dizer não

“Não” é a uma palavra poderosa e produtiva, segundo James Altucher. Nós pensamos que somos obrigados a dizer sim a tudo, e então nos questionamos porque não temos tempo suficiente. Aprender a dizer não – “Não, obrigado”, mais especificamente – irá energizar e animar você. Faça isso o máximo que puder.

6- Desligar-se

Esqueço quem me deu essa ideia, mas nunca compre wi-fi para o avião. Esqueça a internet durante todo o voo. Atualize-se nas suasatividades. Pense. Leia.  aprendi um ótimo truquezinho. Deletar o app do Facebook do celular. Apenas faça isso. Confie em mim.

7- Colocar ideias em prática

Niki Papadopoulos, sempre diz: “Ok, então, tente colocar no papel”. Em outras palvras, ela quer dizer “comece as coisas”. Geralmente ela diz isso logo após eu explicar minha ideia para um  artigo. Planejar é ótimo, mas pessoas produtivas colocam as ideias e planos em prática.

8- Escutar a mesma música várias vezes

Acho que de Tucker Max eu roubei a ideia de ouvir a mesma música de novo e de novo. Isso faz com que você se desligue e entre em uma zona criativa. Minha playlist no iTunes é vergonhoso, mas não ligo. Ouvir a mesma música centenas de vezes é como eu consigo fazer tantas coisas em pouco tempo.

9- Escolher um ambiente produtivo

Aaron Ray .Ele é um produtor de cinema e gerente de imenso sucesso, mas eu reparei em uma coisa: ele quase nunca estava no escritório. E sempre tinha uma desculpa ridícula para isso. Eventualmente eu entendi o porquê: ele evitava as baboseiras do escritório que sugam tanto tempo das pessoas. Por não estar sempre lá, ele conseguia realizar muito mais. Conseguia ver o que era importante. E como um bônus extra, todos sempre estavam falando dele: “Onde está Aaron? Alguém viu Aaron?”.

Ainda sobre esse assunto, Frederick Douglass diz que “um homem é trabalhado por aquilo no qual ele trabalha”. A lição aqui é ficar longe de ambientes tóxicos, que impedem a produtividade, e tentar se afastar de problemas sem solução.

10- Não fazer tudo sozinho

Como agente de talentos, Aaron Ray me mostrou porque você nunca deve desperdiçar seu tempo ou seu dinheiro fazendo suas próprias negociações sempre. Esse conselho me ajudou bastante. Repasso perguntas a um especialista em falas públicas, projetos relacionados a livros a um editor, pedidos de entrevistas para um assistente, coisas relacionadas a televisão e filmes ao próprio Aaron etc. Sim, isso significa que eu os pago por isso, mas sabe o quê? Todos os serviços de valor têm um custo. Apenas um bobo representa a si mesmo em todo o tempo.

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publicado às 18:52

Empreendedorismo: da ficção à dura realidade

por tonyBarreira, em 27.09.15
Empreendedorismo

Empreendedorismo

Era uma vez um garoto que, apesar de nunca ter trabalhado, tinha ideias geniais e uma vontade muito grande de colocá-las em prática. “Jones” não imaginava que, para abrir seu próprio negócio, ele precisaria viver uma aventura cheia de desafios e lutar contra um impiedoso vilão: o Governo.

Como todo principiante, ele compartilha sua ideia com amigos e familiares e é estimulado a dar vida a esse projeto. Essa ideia parece uma “doença contagiosa” e toma conta do garoto. Ele não fala em outra coisa, não pensa em outra coisa. Só tem olhos para seu projeto e não para de imaginar em como será feliz quando ele se tornar realidade. Até mesmo a namorada não aguenta mais ouvi-lo falar sobre a tal aventura e de suas expectativas.

Em meio a todo entusiasmo e preparativos, surge o primeiro desafio: criar um bom nome. Uma tarefa difícil, principalmente quando o negócio precisa ter presença na internet – todo nome bacana que ele pensa em criar já existe e, quando não existe, alguém já registrou.

Nome escolhido, agora é preciso um logotipo. Será mesmo? Ainda não tem pesquisa de mercado, não estudou o consumidor, a concorrência e nem a viabilidade do negócio. Mesmo assim, ele vai em frente com seu projeto. “É uma ideia inovadora, não tem como dar errado”, pensa Jones.

Pois é assim mesmo que a maioria começa um negócio! Apenas no sentimento, na raça, na esperança de que tudo vai dar certo. E é aí que a verdadeira aventura começa! O empreendedor vai entrar em uma floresta escura e sem fim, mas com promessa de um pote de ouro no final.

Até então, é dia e os passarinhos cantam. O logotipo ficou lindo, o texto de missão, visão e valores é mágico – como manda o figurino – e o plano de negócios de quatro páginas está pronto. O sentimento de confiança continua: tem algo falando que esta é a oportunidade da sua vida, um oceano azul.

Mas, de repente, começa a anoitecer. Pediram um tal de ‘fiador’ para o aluguel de uma sala, além de um comprovante de renda. Mas que renda? Ainda não tem um negócio, muito menos renda! E o preço do aluguel abocanhou a poupança de Jones. Se ele não começar a vender logo, além de escurecer, vai começar uma terrível chuva. O jovem empreendedor começa a ficar assuntado, afinal, a linda e encantadora floresta começa a revelar um lado obscuro, frio e burocrático.

Após a noite mal dormida, em que as primeiras preocupações virem à tona, amanhece um lindo dia de sol. Chegou a hora de comprar os móveis e equipamentos para mobiliar a loja. Este é um momento mágico, seria quase “o grande final de um filme”, no qual Jones beija a mocinha. Mas é aí que o tiro sai pela culatra e deixa nosso herói desacordado por dias, quase em coma. Ele gasta mais do que deve. Compra decoração, uma mesa mais bonita, um computador mais potente, um quadro para parede onde tinha um horizonte azul pintado…

Depois do baque, levanta atordoado e se dá conta de que as compras estão parceladas no cartão e a data de vencimento da fatura ainda está longe. Os móveis chegam, a internet é instalada, que dia mágico! Fica arrumando sua casa na floresta até altas horas e, depois, reúne os amigos em volta da fogueira para comemorar! “Amanhã tudo começa e minha vida vai mudar! Fiz o que precisava fazer”, pensa o empreendedor Jones.

Na manhã seguinte, nosso aventureiro acorda animado e vai à luta. Mas logo cedo descobre que precisaria ter um eterno aliado: o contador (embora ele só traga péssimas notícias). Lá se foi mais dinheiro para um tal contrato social e para os primeiros impostos…
Como se trata de um negócio novo e pequeno, Jones contrata dois funcionários. Em seguida, recebe da contabilidade mais impostos para pagar. As contas se acumulam antes mesmo de realizar sua primeira venda. Já ansioso com a situação, Jones senta-se em sua mesa e pensa que ainda não chegaram as contas de água, luz, IPTU e por aí vai…

Quando registra sua primeira grande venda, felicidade total? Não! Percebe que deve pagar mais impostos, emitir uma nota fiscal pelo que vendeu. Isso, sem contar o valor que já havia pago por todos os produtos que estavam em sua loja. A chuva nesse momento é acompanhada de raios e trovões e está quase ininterrupta. Já desesperado, o empreendedor Jones lamenta: “Eu não tinha pensado em todos esses valores quando coloquei preço no meu produto. Como vai ser agora? Meu lucro, onde vai ficar? Como repassar esses valores para os meus clientes? Mas vou assim mesmo! Já cheguei até aqui, vamos em frente!”.

Deste dia em diante, raramente fez sol na floresta.

Infelizmente esse “conto” é mais comum do que se imagina. Empreender transforma os empreendedores em aventureiros.

Mas de uma coisa eu tenho a certeza: todos são heróis! E os que permanecem no mercado são, ainda, mais, pois enfrentam os desafios e os monstros da floresta diariamente, sem exceção.

Seja Um Empreendedor —»»»  CLICA AQUI

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publicado às 16:57





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