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Dietas e Alimentação

por tonyBarreira, em 11.11.14

                     

Para quem como eu se encontra um pouco acima do peso, quando chega a hora de pensar na dieta é realmente uma tortura e isto não só porque é difícil quebrar a rotina de comer em excesso e mal, como também é difícil escolher uma dieta que realmente seja saudável.

Se formos procurar na internet uma dieta deparamo-nos com diversas opções mas muitas delas não são saudáveis e podem conduzir a distúrbios alimentares e perca da saúde pelo que é necessário ter cuidado.

Entre as diversas dietas existentes as mais conhecidas são:

  • Dieta Detox em que durante 7 dias se segue uma dieta rigorosa e desintoxicante de modo a limpar o organismo e a perder alguns quilos;
  • Dieta do Leite que é uma dieta restritiva na qual durante 7 dias se vai fazendo um consumo variado de leite, fruta e proteínas;
  • Dieta da Barriga Zero que promete a perca de barriga e de 7 kg após 32 dias, sendo acrescentados à dieta normal alimentos como azeitonas, nozes, chocolate e abacate pois ajudam a diminuir a fome e a reduzir o stress;
  • Dieta do Alimentos Crus que acaba por ser um estilo de vida, na qual são evitados alimentos cozinhados e processados, uma vez que se acredita que o processo de cozedura liberta resíduos tóxicos, para além de que nutrientes importantes são destruídos. A pessoa faz uma alimentação à base de frutas e vegetais, estando a carne e o peixe cortados;
  • Dieta Macrobiótica também é um estilo de vida do qual resulta a perca de peso. A alimentação é feita com base nos princípios do Yin e Yang e não há consumo de carne e dos peixes apenas são consumidos alguns de carne branca;
  • Dieta de Atkins consiste numa redução no consumo de hidratos de carbono. O nosso consumo normal de hidratos de carbono é de cerca de 200g por dia e este deve passar para 20g, a dieta tem 4 fases e desde que foi lançada que é polémica;
  • Dieta dos Batidos em que as refeições são substituídas por batidos mas esta acaba por ser mais uma dieta restritiva e ao fim da qual o peso pode voltar rapidamente pois não há qualquer educação alimentar;
  • Dieta do Ovo na qual é consumido ovo ao pequeno-almoço, pois este ajuda a prolongar a sensação de saciedade, e há uma limitação da refeição a 1000kcal;
  • Dieta Mediterrânea é um estilo de vida no qual é abundante o consumo de alimentos de origem vegetal, o azeite é a principal fonte de gordura, é consumido mais peixe que carne, bebe-se vinho às refeições e ao invés de ácidos gordos saturados dá-se prevalência aos monoinsaturados;
  • Dieta Dunkan é feito o consumo de proteína e tal como na Dieta de Atkins há uma redução do consumo de hidratos de carbono. Esta dieta também tem 4 fases que se denominam ataque, cruzeiro, consolidação e estabilização;
  • Dieta do Tipo Sanguíneo na qual cada um segue uma dieta na qual há uma lista de alimentos que não pode comer consoante o seu tipo sanguíneo, é uma dieta que não exige sacríficos mas que é difícil de seguir em família;

Lembrem-se de que mais vale seguir uma dieta moderada e saudável pois é mais fácil manter o peso quando a perca deste é gradual, permitindo assim que a nossa saúde também se mantenha.

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publicado às 19:00

Dietas e regimes

por tonyBarreira, em 15.09.14

Dietas e regimes

 

O fim do ano começa a se aproximar, a ideia de ir a praia ou a piscina logo vem em mente, e depois de um inverno regado a gostosuras e guloseimas logo uma frase entra na cabeça de muitas pessoas: Preciso fazer regime!

 

Que a sociedade contemporânea possui padrões de beleza onde se prega um corpo com baixíssimo porcentual de gordura todos sabem. Mas o que pouca gente consegue parar para analisar são as mazelas que chegam as pessoas que tentam perder peso a qualquer custo, e entram em dietas descabidas e extremamente perigosas.

 

No mundo todo, sempre tem uma pessoa para dar a dica da última dieta do momento. A do pão, a da couve, a do chá, a da água... São muitas e todos cravam o pé que seu regime é definitivo. Mas sem um acompanhamento nutricional adequado, junto à perda de peso vêm grandes riscos como a anemia, a escassez de vitaminas e a baixa na efetividade do sistema imunológico, que dependendo do grau de evolução, pode trazer doenças de grande seriedade.

 

Um grande problema também é quando aliado ao regime extremo chega a um grande esforço físico para acelerar o processo de perda de peso. Tal atitude pode causar problemas arteriais, desmaios, hipoglicemias e se persistido pode deixar o indivíduo até em estágios iniciais de diabetes.

 

Um agravante dos regimes e dietas forçadas são os ditos produtos emagrecedores. Andando um pouco pela internet é fácil de notar - boa parte dos anúncios publicitários que são veiculados fazem menção a produtos que reduzem o peso e eliminam gordura. Nunca se deve utilizar tais produtos sem o devido conhecimento de especialistas, não só pela possibilidade de alergia a algum dos químicos componentes, mas muitas vezes porque o produto é falsificado e pode trazer gravíssimas consequências ao usuário.

 

Numa sociedade onde as imperfeições do corpo são muito notadas e também indesejadas, não se tem indícios de que os problemas recorrentes à dieta excessiva tende a diminuir. Segundo a Sociedade Brasileira de Nutrição, a anorexia nervosa é um fenômeno crescente na população do país, principalmente entre jovens do sexo feminino entre 15 e 25 anos de idade. A doença, que é produto não só de uma alimentação muito pobre, mas também de distúrbios psicológicos tem grande influência na vida moderna. Acredita-se que algo em torno de 8% da população brasileira ou sofre ou já sofreu de anorexia em algum momento da vida.

 

Fato é que se deve separar o joio do trigo - uma alimentação adequada e balanceada, unido a hábitos saudáveis como a pratica de esportes e a diminuição do ócio são as melhores opções para quem quer ter uma vida saudável. Antes de qualquer coisa, saúde é uma coisa, um peso excessivamente baixo já é outra.


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publicado às 19:00

Vegetarianismo/Alimentação

por tonyBarreira, em 03.01.14

Nos primórdios da humanidade, quando ainda nos esquivávamos de presas ferozes e lutávamos para sobreviver num mundo bastante hostil e perigoso, a comida disponível não era uma questão de escolha, mas sim de sobrevivência. Séculos e milênios se passaram e a agricultura foi desenvolvida a um nível onde não se precisava mais se locomover de um canto a outro para caçar, mas podia-se obter toda a alimentação de um cultivo no mesmo local: surgia o homem sedentário.

 

Essa mudança na estrutura da alimentação mudou completamente a sociedade. Por não precisarmos mais nos mover, cidades começaram a surgir, com maior oferta de comida a população começou a crescer, e quando uma região produzia em excedente algum vegetal, trocava seu produto pelo excedente de outra região, dando origem ao comércio. Não seria exagero nenhum dizer que a agricultura moldou toda a sociedade como conhecemos hoje. Seria impossível pensar em supermercados como os conhecemos sem haver alguém que trabalhasse no campo para produzir os alimentos.

 

Um dos aspectos mais notáveis da alimentação humana é a capacidade de se alimentar tanto de alimentos de origem vegetal e de origem animal. E foi exatamente essa possibilidade de obter nutrientes de diferentes formas que fez com que os homens conseguissem se estabelecer como espécie dominante no mundo. Com o crescimento exponencial da população que hoje vivenciamos, porém, a forma natural como se criavam rebanhos de gado, cabra e outros passou a tomar mais um formato industrial, como uma linha de produção, onde se extrai uma matéria prima, a processa e torna em produto.

 

Esse formato de alimentação industrial trouxe grandes consequências na saúde da sociedade e também no meio ambiente. Grandes áreas de florestas passaram a dar lugar a pastos de grande extensões, produções de grãos que antes eram úteis para alimentar seres humanos se tornaram ração em granjas para porcos e galinhas. 

Calcula-se que 80% de toda a área desmatada na Amazônia deram origem a novas pastagens para gado.

 

Um estilo de vida que causa muita controvérsia começou a se tornar popular: O vegetarianismo. Comum há milênios no oriente devido a crenças religiosas como o hinduísmo e budismo, o vegetarianismo ganhou seu primeiro estudo científico em 1881, com o livro "A Alimentação Vegetal Humana" da britânica Anna Kingsford.

 

Comprovadamente completa em termos de nutrientes, vitaminas e minerais necessários para uma dieta saudável, o vegetarianismo ganha popularidade ano após ano. Os argumentos variam desde uma escolha por uma vida mais saudável com a retirada da carne da alimentação como também da busca por hábitos que não atinjam a natureza e não seja necessário a criação artificial de animais em matadouros para a produção de carne.

 

Hoje em dia há restaurantes, supermercados e lojas voltadas para os hábitos vegetarianos, desde aqueles que incorporam leite e derivados na sua dieta (lacto vegetarianos) até os veganos estritos, que não consomem nada de origem animal, nem mesmo mel.

 

A questão é polêmica e causa muita controvérsia, mas já se mostra como tendência que veio para ficar. Resta observar nos próximos anos se mais pessoas irão aderir ao movimento vegetariano, ou teremos uma manutenção do modo como as pessoas se alimentam hoje.

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publicado às 12:33





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